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Programa Vem Passarinhar registra 90 espécies no Parque Estadual da Lagoa do Açu

O evento proporcionou rodas de conversa, café da manhã, caminhada e observação e catalogação de pássaros

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Na última semana, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) promoveu no Parque Estadual da Lagoa do Açu mais uma edição do Programa Vem Passarinhar. O evento aconteceu na Trilha do Mirante da Lagoa, no (PELAG) e contou com 21 participantes.

O programa foi coordenado por Samir Mansur, Gestor do Parque Estadual do Açu e pela coordenadora Luana Bianquini. Os participantes de outros municípios chegaram no parque na sexta à tarde. No sábado de manhã, foram recepcionados por um café da manhã organizado pelos coordenadores, além de uma roda de conversa. Os participantes foram direcionados pela Trilha do Mirante da Lagoa, Sítio Recanto dos Coqueiros e no Canal do Quitingute.

Entre as espécies observadas, estão codorna-amarela (Nothura maculosa), marreca-toicinho (Anas bahamensis), mergulhão-caçador (Podilymbus podiceps) rolinha-picuí (Columbina picui), anu-coroca (Crotophaga major), beija-flor-de-bico-curvo (Polytmus guainumbi), galinha-d’água (Gallinula galeata), entre outros.

O programa tem como principal objetivo, estimular a observação de aves nas unidades de conservação e contribuir para a gestão destas áreas protegidas por meio da sensibilização ambiental que proporciona a seus participantes. “O Vem Passarinhar é um programa ímpar que promove ecoturismo somado a ciência cidadã, trazendo visitação, visibilidade e dados importante sobre o status de conservação da fauna das nossas UCs”, disse o Gestor do Parque Estadual da Lagoa do Açu, Samir Mansur.

Sobre a unidade de conservação

Com 8.276,67 hectares de área, o Parque Estadual da Lagoa do Açu é um dos mais ricos e bem preservados remanescentes de vegetação de restinga do Estado do Rio de Janeiro. Criado em 2012 e localizado no litoral da Região Norte do estado, abriga duas lagoas, e tem como missão assegurar a preservação da fauna e da flora da vegetação de restinga do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: INEA
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