
Entre os rios Itapemirim e Macaé (final)
O rio Macaé nos séculos XVI e XVII O arquipélago de Santana tornou-se um ponto de parada quase obrigatório por encontrar-se na ilha maior uma

O rio Macaé nos séculos XVI e XVII O arquipélago de Santana tornou-se um ponto de parada quase obrigatório por encontrar-se na ilha maior uma

Por Andresa Alcoforado Quantas vezes já não nos deparamos com aquele cantinho na nossa rua, que antes estava limpo, mas que, silenciosamente, vai se transformando

A agricultura é, por definição, uma atividade de risco. Nenhum outro setor da economia depende tanto das condições do tempo e do clima quanto o campo. Secas, veranicos, geadas, chuvas na colheita, excesso hídrico e temperaturas extremas podem comprometer meses ou anos de trabalho, em poucos dias. Nesse contexto, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) – regulamentado pelo Decreto 9.841/2019 e gerenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – constitui uma das principais ferramentas de gestão de risco da agropecuária brasileira. Ele define regiões e períodos de semeadura associados ao menor risco climático para cada cultura agrícola, servindo como base legal para políticas públicas, como crédito rural e

*por Javier Marquez O Brasil vem enfrentando um aumento significativo nos focos de calor. De acordo com o painel de monitoramento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), janeiro foi um mês atípico, com 4.347 focos ativos detectados pelo satélite de referência do órgão. O número corresponde ao dobro da média histórica para o mês e representa crescimento de 46% em relação a 2025. A situação ainda deve se agravar nos próximos meses, quando a temporada de queimadas, mais forte no mês de agosto, chegar ao país. O episódio não é isolado. Nos últimos anos, o que era sazonal passou a se tornar estrutural. Segundo a WWF

Por Octavio Tristan Morato, Gerente de Projetos da Portal Telemedicina* A relação entre meio ambiente e saúde deixou de ser um debate conceitual para se tornar uma evidência concreta do nosso tempo, e ignorar essa conexão é uma das maiores falhas das políticas públicas contemporâneas. A degradação ambiental não ameaça apenas florestas, rios ou espécies isoladamente, ela se traduz em adoecimento humano, aprofundamento das desigualdades sociais e sobrecarga crônica dos sistemas de saúde. Rios poluídos, solos empobrecidos por modelos agrícolas intensivos, a perda de biodiversidade, o aumento das temperaturas e até a dificuldade de locomoção causada pela seca de rios, sobretudo em regiões dependentes do transporte fluvial, são exemplos concretos

A consolidação de métricas e taxonomias está transformando impacto em evidência e redefinindo a forma como o capital financia a transição climática *Por Fabiana Goulart – Value Creation and Chief Sustainability Officer, Latin America na GEF Capital Partners Durante muito tempo, o investimento climático se apoiou em boas intenções, narrativas inspiradoras e modelos conceituais ainda imaturos. Faltavam dados estruturados, metodologias comparáveis e histórico suficiente para comprovar resultados de forma robusta. Embora hoje já exista um arsenal de ferramentas, padrões internacionais e tecnologias capazes de gerar e gerir dados em escala, o mercado ainda não é movido por eles. É justamente nesse hiato, entre a capacidade técnica disponível e a prática

A agricultura é, por definição, uma atividade de risco. Nenhum outro setor da economia depende tanto das condições do tempo e do clima quanto o

*por Javier Marquez O Brasil vem enfrentando um aumento significativo nos focos de calor. De acordo com o painel de monitoramento do Programa Queimadas, do

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