O futuro da Amazônia não depende apenas da conservação, mas de como a região pode se transformar num polo global de tecnologia e bioeconomia. Para discutir esse cenário, o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizam, no dia 30 de março, o webinar “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação na Amazônia”.
O evento, que integra a prestigiada série Diálogos Amazônicos, será transmitido ao vivo pelo canal da FGV no YouTube, das 19h às 20h. O debate foca em como instituições de ensino e centros de pesquisa aplicada podem estruturar ecossistemas que gerem riqueza mantendo a floresta em pé.
A Amazônia como polo tecnológico
Muito além dos seus ativos ambientais, a região tem consolidado competências científicas que a qualificam para os desafios da transição energética e soberania tecnológica do século XXI. O debate abordará as trajetórias de transformação produtiva que utilizam a ciência para agregar valor aos recursos da biodiversidade.
O webinar contará com nomes de peso na área:
- Tanara Lauschner: Reitora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
- Luis Braga: Diretor executivo da FPFtech (Fundação Paulo Feitoza).
- Mediação de Márcio Holland: Professor da FGV EESP e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
O modelo zona franca e a preservação
Um dos pontos centrais da discussão é o papel do Polo Industrial de Manaus (PIM). Com faturamento de R$ 228 bilhões em 2025, o modelo ZFM demonstra que é possível aliar pujança econômica com sustentabilidade: o estado do Amazonas mantém 97% da sua cobertura florestal preservada, graças às dinâmicas de emprego e renda geradas pelas mais de 600 empresas instaladas na região.
SERVIÇO
Webinar Diálogos Amazônicos
Tema: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação na Amazônia
Data: 30 de março
Horário: 19h às 20h
Transmissão: Canal da FGV no YouTube
A programação completa pode ser acompanhada por meio do link (clique aqui)
Sobre o Diálogos Amazônicos
A série “Diálogos Amazônicos” tem o patrocínio do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Bic da Amazônia; Coimpa; Honda; Copag; Mondial; UCB da Amazônia; Visteon; Sinaees; Águas de Manaus; Super Terminais; Midea Carrier; Abraciclo; Simmmem; Impressora Amazonense; Fieam; Caloi; Tutiplast Indústria; Recorfama Indústria; GBR Componentes; Embalagem Placibras; Atem; Vinci; Bemol e Fundação Rede Amazônica.
Sobre o CIEAM
O Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) é uma entidade empresarial com personalidade jurídica, ligada ao setor industrial, que tem por objetivo atuar de maneira técnica e política em defesa de seus associados e dos princípios da economia baseada na Zona Franca de Manaus (ZFM). Implementada pelo governo federal em 1967, com o objetivo de viabilizar uma base econômica no Amazonas e promover melhor integração produtiva e social entre todas as regiões do Brasil, a Zona Franca de Manaus é um modelo de desenvolvimento regional bem-sucedido que devolve aos cofres públicos mais da metade da riqueza que produz. Atualmente, são 600 empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). O estado do Amazonas tem 578.208 mil empregos, dos quais 134 mil são diretos do PIM e garantem a preservação de 97% da cobertura florestal do Amazonas. Encerrou 2025 com um faturamento de R$ 228 bilhões.


