Corpo de Bombeiros alerta para incêndios florestais neste período

Corpo de Bombeiros alerta para incêndios florestais neste período

Situação se agrava durante o período de estiagem, de maio a outubro

Fotos: divulgação do Corpo de Bombeiros
Fotos: divulgação do Corpo de Bombeiros

Com a chegada do inverno, período considerado mais seco, e também com os festejos juninos e julinos, incêndios florestais ficam mais frequentes. Diante dos riscos, o Corpo de Bombeiros do estado do Rio de Janeiro alerta para práticas ilegais que podem ocasionar queimadas, como soltar balões.

Dados do Corporação mostram que só de janeiro a maio deste ano, a Corporação já atendeu 3.666 ocorrências relacionadas a fogo em vegetação no estado do Rio de Janeiro. Em todo ano de 2021, foram 13.679 atendimentos pelo mesmo motivo, sendo mais da metade deles realizados justamente no segundo semestre. Os números não foram muito diferentes em 2020. Em 12 meses aconteceram 13.674 ocorrências.

“A situação se agrava durante o período de estiagem, de maio a outubro, quando as condições atmosféricas, como a baixa umidade relativa do ar e a temperatura característica do período, favorecem os incêndios florestais por conta da vegetação mais seca”, informou a assessoria da Corporação.

Apesar de não ter dados específicos de incêndios relacionados diretamente a soltura de balões, o Corpo de Bombeiros também aproveita esta época para intensificar os alertas sobre esta prática criminosa.

“Quem vê balões voando pelo céu nem sempre conhece os riscos que carregam e as tragédias que podem causar. Por serem feitos da combinação de estopa com materiais inflamáveis (parafina e querosene ou álcool) aquecidos em seu interior – independente do tamanho -, os balões entram em correntes de ar e são levados para locais imprevisíveis, impossíveis de monitorar. Dependendo de onde caiam causam danos irreparáveis, ferindo pessoas, atingindo redes elétricas, causando explosões e incendiando matas”, alertou o Corpo de Bombeiros, por meio de sua assessoria.

O artigo 42 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) diz que fabricar, vender, transportar ou soltar balões pode levar a pessoa à detenção de um a três anos, ou multa, ou ambas, cumulativamente. Além da pena, vale ressaltar que os crimes ambientais são inafiançáveis.
Para denunciar, ligue para o 193 ou no Linha Verde, um programa do Disque Denúncia: os telefones são 0300 253 1177 (para o interior, a custo de ligação local), 2253 1177 (para a capital), ou por meio do aplicativo para celulares “Disque Denúncia RJ”.

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ICMBio alerta: Varíola dos macacos é transmitida somente entre humanos

ICMBio alerta: Varíola dos macacos é transmitida somente entre humanos

Instituto orienta que os primatas não devem sofrer retaliações e, em casos suspeitos, devem ser acionados os órgãos competentes

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Recentemente, a população mundial passou a ser informada sobre novos casos da varíola dos macacos em 22 países fora do continente africano e no Brasil, uma doença zoonótica causada pelo vírus Mokeypox, do gênero Orthopoxivirus.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), junto a demais entidades de proteção do meio ambiente e da biodiversidade, alertam que, apesar do nome, não há participação de macacos nas transmissões identificadas até o momento, com contaminação entre pessoas.

Os primeiros casos foram apontados à Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 13 de maio deste ano. Até o momento, as autoridades sanitárias não identificaram o animal ou mesmo o local de origem da doença. Com as transmissões comunitárias humano-humano, essa forma de contágio passa a ser o fator relevante para o estabelecimento de medidas de controle, segundo as autoridades.

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Destaca-se, portanto, segundo o Instituto, que os primatas não-humanos não são os principais responsáveis pela disseminação da doença, mas, sim, vítimas como os humanos, com adoecimento precoce, antecipando o alerta sobre o impacto para a humanidade. Os primatas não devem sofrer retaliações e, em casos suspeitos, devem ser acionados os órgãos competentes.

“Os macacos têm papel importante na manutenção de florestas, na polinização, dispersão de sementes nativas, controle de pragas e ainda auxiliam na manutenção da saúde ambiental e humana”, destacou em nota o ICMBio, publicada em seu site oficial.


Vírus menos severo

A varíola humana foi erradicada mundialmente após a década de 1980, já o vírus Monkeypox, causador da varíola dos macacos, apresenta transmissão menor e com severidade branda.

Atualmente, foram identificados casos na Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Emirados Árabes, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Israel, Itália, México, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Suécia e Suíça. Alguns casos suspeitos estão em investigação no Brasil.

Fonte: Agência Brasil

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Oficina de educação ambiental no bairro Aquidaban em Cachoeiro tem nova data

Oficina de educação ambiental no bairro Aquidaban em Cachoeiro tem nova data

Proposta é colher contribuições da população para a preparação do Plano Municipal de Educação Ambiental

Inicialmente programada para esta quarta-feira (22), a oficina comunitária do Plano Municipal de Educação Ambiental (PlanEA-CI) no bairro Aquidaban, em Cachoeiro de Itapemirim teve sua data alterada. A atividade foi remarcada para 6 de julho, às 9h, na escola estadual Polivalente Getúlio Vargas.

Além de moradores do bairro que sediará o encontro, estão convidadas a participar as comunidades dos bairros Maria Ortiz, Centro, Guandu, Ferroviários, Independência, Santa Cecília, Novo Parque, Alto Novo Parque, Village da Luz, Abelardo Machado, Santa Helena, Nossa Senhora de Fátima, Fé e Raça, Rubem Braga, Ilha da Luz Vila Rica e Ibitiquara.

O objetivo da oficina, realizada pelas secretarias municipais de Meio Ambiente e Educação, é colher, junto às comunidades, informações sobre as potencialidades das regiões, pontos fortes e ameaças nos seguintes eixos temáticos: recursos naturais; saneamento e resíduos; proteção e bem-estar animal; controle ambiental; cidadania e comunidade e gestão ambiental no campo.

As oficinas começaram no último mês de abril e já foram realizadas sete, das quais participaram cerca de 230 cachoeirenses. Os encontros estão em sua reta final: faltam apenas três – confira a programação abaixo.

“Temos registrado uma participação significativa do público envolvido, dos munícipes em geral, que têm dado uma excelente contribuição para a organização do Plano Municipal de Educação Ambiental”, avalia a secretária municipal de Meio Ambiente, Luana Fonseca.

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Audiências previstas

Além das oficinas, serão realizadas duas audiências públicas relativas ao plano. A primeira está prevista para o próximo mês de setembro. Já a segunda acontecerá em março de 2023. A implementação do PlanEA-CI é coordenada pelo Órgão Gestor da Política Municipal de Educação Ambiental (formado por servidores das secretarias de Meio Ambiente e de Educação), e foi designada pela lei municipal 7.744/2019, regulamentada pelo decreto 29.579.


Confira a programação das oficinas

Oficina Área III
Maria Ortiz, Centro, Guandu, Ferroviários, Independência. Santa Cecilia, Novo Parque, Alto Novo Parque, Village da Luz, Monte Líbano, Abelardo Machado, Santa Helena, Nossa Senhora da Penha, Aquidaban, Nossa Senhora de Fátima, Fé e Raça, Rubem Braga, Ilha da Luz, Vila Rica, Ibitiquara, Nossa Senhora Aparecida.

LOCAL OFICINA: EEEFM Presidente Getúlio Vargas – Polivalente Aquidaban. Data: 6 de julho (quarta-feira). Horário: 14h.
Educação Formal – voltada para profissionais da educação.

LOCAL OFICINA: EEEFM Presidente Getúlio Vargas – Polivalente Aquidaban. Data: 13 de julho (quarta-feira). Horário: 09h.
Educação Formal – voltada para profissionais da educação.

LOCAL OFICINA: EEEFM Presidente Getúlio Vargas – Polivalente Aquidaban. 13 de julho (quarta-feira). Horário: 14h.

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