Eclipse total da lua marcará o fim da noite de domingo e madrugada de segunda

Eclipse total da lua marcará o fim da noite de domingo e madrugada de segunda

Em Campos e mais cinco municípios, haverá observação com telescópios

Entre a noite do próximo domingo (15) e a madrugada de segunda (16) será possível observar um dos mais belos fenômenos astronômicos, o eclipse total da lua, também conhecido como Lua de Sangue.

A equipe do Clube de Astronomia Louis Cruls com apoio de diversos parceiros está organizando observações do eclipse com auxílio de telescópios nos municípios de Campos dos Goytacazes, São João da Barra, São Francisco de Itabapoana, Cardoso Moreira, São Fidélis e Santa Maria Madalena.

A coordenação das atividades estará localizada na Praça São Salvador das 23h do dia 15 de maio até as 3h do dia 16 de maio. A lua deve começar a passar pela sombra da terra às 23h28min.

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A expectativa é de que o eclipse lunar total seja completamente visível, em todas as fases, em toda a América do Sul. Todo o Brasil está na região de condições astronômicas para a visibilidade completa do evento, mas são as condições meteorológicas que vão, de fato, definir quem no país poderá apreciar o belo espetáculo.

Um outro eclipse lunar total tão grandioso como este só poderá ser observado no Brasil em 14 de março de 2025, quando o país poderá ver quase todas as fases.
“Se você não puder observar conosco, não se preocupe!! O eclipse total da Lua pode ser observado a olho nu”, destacou o professor, físico e diretor do Astronomia Louis Cruls, Marcelo de Oliveira.

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Índice de reciclagem de latas de alumínio chega a 99% e Brasil se destaca como recordista mundial

Índice de reciclagem de latas de alumínio chega a 99% e Brasil se destaca como recordista mundial

Entre 2019 e 2021, a reciclagem de latas proporcionou redução de 70% no consumo de energia, 65% no consumo de água e queda de 70% nas emissões de gases de efeito estufa

O Brasil é recordista mundial no recolhimento e reciclagem de latas de alumínio. Em 2021, 98,7% das latas comercializadas em todo o país foram reutilizadas, o maior volume da história. Para se ter uma ideia da grandiosidade dos números, das mais de 414 mil toneladas de latas comercializadas, 409 mil toneladas foram recicladas.

“É um sistema que funciona e inspira outros sistemas a melhorarem também”, afirma o secretário de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, André França.
Os excelentes resultados atingidos pelo setor foram divulgados na última semana, durante evento promovido pelo Ministério do Meio Ambiente em que foram anunciados recordes no âmbito da logística reversa.

Para cada um quilo de lata reciclada são poupados cinco quilos de bauxita, mineral utilizado para a produção de alumínio. Somente em 2021, foram economizados dois milhões de toneladas de bauxita. Benefícios que não param por aí. Entre 2019 e 2021, a reciclagem proporcionou uma redução de 70% no consumo de energia, 65% no consumo de água e queda de 70% nas emissões de gases de efeito estufa.

Renato Paquet, secretário-executivo da Recicla Latas, destaca que a reciclagem da lata de alumínio é referência no Brasil e no mundo, com o aperfeiçoamento contínuo do sistema de logística reversa. “Em cerca de 60 dias, uma latinha pode ser comprada, usada, coletada, reciclada, virar latinha de novo ou voltar ao supermercado. Podemos afirmar que o Brasil é exemplo para o mundo e a indústria da lata de alumínio para bebidas contribui para a descarbonização e a economia de energia, dentre tantos outros benefícios ambientais e sociais”, aponta Paquet.

Atualmente, o Brasil conta com 36 centros de coleta mantidos pelo setor, atendendo 100% do território nacional. Os locais garantem a destinação adequada de toda sucata para a reciclagem. Mais de 800 mil catadores de materiais recicláveis são beneficiados com o programa de logística reversa de latas de alumínio e gerando renda de mais de R$ 5 bilhões por ano.

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Logística reversa de latas de alumínio

Em 2020, a assinatura de um acordo entre o Ministério do Meio Ambiente com a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) ampliou a coleta e permitiu um aumento nos números de reciclagem de latas. A ação definiu novos desafios para o setor com um importante apoio para os catadores que trabalham na cadeia de reciclagem, determinando às indústrias de reciclagem a compra das latas coletadas a preço de mercado.

O termo de compromisso determinou ainda a criação de uma entidade gestora, com o lançamento no Brasil do programa Cada Lata Conta; a modernização, centralização e transparência nas informações sobre o processo de coleta e reciclagem; o fortalecimento das metas de reciclagem no setor em 95%; a facilitação da chegada das latinhas aos centros de coleta e parceiros pelo País; investimentos em educação ambiental e financeira para melhorar renda e condição de vida dos catadores; e o desenvolvimento de ações tecnológicas para aumento da produtividade.

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Reciclagem de baterias automotivas atende 43% da frota brasileira

Reciclagem de baterias automotivas atende 43% da frota brasileira

Entre 2019 e 2021, quase 500 mil toneladas de chumbo foram recuperadas e reinseridas como matéria-prima para a indústria

Mais de 58 milhões de automóveis circulam em todo o país. Assim, é possível imaginar a quantidade de baterias que são descartadas todos os anos. São toneladas de chumbo, ácido e plástico que, se descartados corretamente, podem ser reutilizados e retornar como matéria-prima para a indústria. Isso significa sustentabilidade e economia para a cadeia produtiva.

Em 2019, o Ministério do Meio Ambiente assinou um acordo com a Associação Brasileira de Baterias Automotivas e Industriais (Abrabat-BR), a Associação Nacional dos Sincopeças do Brasil (Sincopeças-BR) e o Instituto Brasileiro de Energia Reciclável (Iber), para implementar o sistema de logística reversa de baterias automotivas de chumbo. O acordo determina metas e responsabilidades para os fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e recicladores, desde a coleta, acondicionamento, transporte, reciclagem até a disposição final desses produtos inservíveis.

A parceria com a iniciativa privada possibilitou a coleta de mais de 46 milhões de baterias de chumbo entre 2019 e 2021, o que permitiu a reciclagem de 838 mil toneladas de materiais que foram reinseridos na cadeia produtiva. Isso significa que 43% da frota brasileira foi atendida com a reciclagem das baterias nos últimos anos. Os excelentes resultados atingidos pelo setor foram divulgados na última semana, durante evento promovido pelo Ministério do Meio Ambiente em que foram anunciados recordes no âmbito da logística reversa.

Com a reciclagem das baterias automotivas, foi possível recuperar quase 500 mil toneladas de chumbo em três anos. O material é utilizado como principal substância na fabricação industrial porque possui, entre outras vantagens, baixo ponto de fusão e alta resistência à corrosão. Além de prevenir a contaminação do solo e das águas, a logística reversa reduz a dependência da importação de chumbo para a fabricação de novas baterias. “Isso evita a contaminação do solo, além da questão econômica, visto que o Brasil não possui reserva mineral de chumbo”, comemora o secretário de Qualidade Ambiental do MMA, André França.

Com a reciclagem das baterias, o País também recuperou 49 mil toneladas de plástico e transformou 217 mil toneladas de ácido em água, entre 2019 e 2021.

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Logística reversa de baterias

O sistema nacional de logística reversa de baterias foi desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Energia Reciclável (Iber), entidade gestora signatária do Acordo Setorial Nacional celebrado com o Ministério do Meio Ambiente.

O objetivo é que o setor possa uniformizar as obrigações de fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes varejistas. Tudo para que o sistema seja implantado de maneira mais célere e benéfica ao meio ambiente.

“A evolução no cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) tem transformado o mercado brasileiro e as empresas precisam, mais do que nunca, acompanhar esse processo, estando em dia com a legislação. O Iber é decisivo nessa jornada, disponibilizando para seus associados uma certificação reconhecida em território nacional pelo setor e autoridades competentes de todo o país.

O sistema de logística reversa gerido pelo IBER conta com uma plataforma de Logística Reversa com tecnologia de ponta, suporte técnico em todas as etapas e interlocução com as principais autoridades ambientais”, ressalta Amanda Schneider, diretora executiva do Iber.

Fonte: https://www.gov.br

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